Senador alerta que adversário busca esconder um palanque contra presidente Lula no estado
O senador Jaques Wagner (PT-BA) criticou a estratégia da oposição baiana, liderada pelo ex-prefeito ACM Neto, de tentar simular um “palanque aberto” a diferentes nomes na chapa. Na opinião do parlamentar, a postura dos adversários denota “oportunismo” destinado a “enganar o eleitor” de Lula, já que todos os nomes da chapa “netista” são contrários ao projeto do presidente.
“É uma cortina de fumaça que tentam usar para enganar a população. O que tem de unidade entre eles? Os três candidatos [Caiado, João Roma e Coronel] que cabem no palanque dele são os que falam mal de Lula, e ele fica escondido tentando enganar a população”, pontuou o senador.
O parlamentar também rebateu as projeções da oposição sobre uma eventual queda no desempenho de Lula na Bahia em comparação a 2022. Wagner destacou que as pesquisas vêm consolidando a força da base governista no estado e que o presidente mantém seus patamares de aprovação.
“Vejo Lula mantendo a mesma posição que tinha em 2022, ao ponto de a oposição ao governador Jerônimo fingir que não tem candidato à presidência. Na verdade, o que a oposição na Bahia faz é um oportunismo que visa tentar enganar o eleitor do presidente Lula. [ACM Neto] diz que tem palanque aberto, mas tem uma coisa em comum: os três candidatos do palanque dele são anti-Lula”, analisou.
Para Wagner, à medida que a campanha avança, a estratégia da oposição ficará evidente para o eleitor. “O mesmo ‘tanto faz’ de quatro anos atrás vai ficar claro. Eles dizem ‘tanto faz’, mas é um ‘tanto faz’ desde que seja anti-Lula. Essa é a verdadeira marca da oposição a Jerônimo na Bahia”, concluiu.
O senador reforçou que, para dar continuidade às políticas sociais e econômicas do governo federal, como o projeto que retirou novamente o país do Mapa da Fome, é indispensável a eleição de governadores, senadores e deputados alinhados ao projeto central de Lula.
Foto: divulgação/JW

























