Interior da Bahia

Postado em 13/01/2018 12:39

Suspeitos de matar casal em Camaçari são filmados fazendo sexo oral em delegacia

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Dois dos cinco suspeitos de assassinar o casal Juvenal Amaral e Kelly Cristina Amaral dentro de uma casa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, foram abusados sexualmente na carceragem da 18ª Delegacia Territorial (DT). A informação foi confirmada nesta sexta-feira (12/1) pela Polícia Civil.

As imagens, gravadas por quatro homens, mostram Daniel Neves Santos Filho, 29 anos, e Carlos Alberto Neres Júnior sendo obrigados a fazer sexo entre eles. A ação na cadeia pode ter relação com o crime cometido pela dupla, já que uma das vítimas, Kelly, foi abusada sexualmente antes de ser assassinada.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que o delegado em exercício na 18ª DT, Leandro Acácio, identificou e autuou em flagrante os quatro envolvidos no episódio. De acordo com ele, todos responderão pelo crime de estupro e devem ser transferidos para o sistema prisional nos próximos dias.

O delegado pontuou também que instaurou inquérito para apurar as circunstâncias em que o telefone chegou à carceragem da unidade policial e identificar os responsáveis.

O CRIME 

Juvenal e Kelly, depois de assassinados, foram enterrados no quintal da própria casa. Os corpos, assim como os suspeitos, foram localizados pela Polícia Militar na terça-feira (9/1). Além de Daniel e Carlos Alberto, três adolescentes participaram do duplo homicídio e foram apreendidos pelos policiais.

De acordo com as investigações, o grupo tomou conhecimento que as vítimas tinham recebido R$ 70 mil de uma indenização e queriam o dinheiro. Os maiores de idade, além do latrocínio, foram indiciados por estupro, ocultação de cadáver, porte ilegal de arma e corrupção de menores.

Imagens 
São dois minutos de cenas chocantes. O ambiente degradado, com pichações e mofo, indica ser mesmo uma cela. Nas primeiras imagens, Daniel, de camisa azul, é o primeiro a ser execrado por pelo menos dois outros homens, também custodiados na unidade. Ele é obrigado a praticar sexo oral em Carlos Alberto, que usa uma camiseta branca. Ao fundo, a voz de um homem diz: “fale: ‘eu sou estuprador’” e dá um tapa nas costas de Daniel, que logo em seguida repete: “eu sou estuprador”.

O mesmo homem diz o que acontece ali: “É assim que a gente faz na cadeia”. Ele mesmo manda Carlos Alberto dar uma bofetada no rosto de Daniel e ordena: “Chama ele de safadinha, de gostosinha”. E uma segunda voz no vídeo diz: “Estuprador safado tem que ch… um do outro para se compreender”.

Logo após, é a vez de Carlos Alberto ajoelhar-se à cintura de Daniel, que leva um soco no estômago. “Vai, chama ele de safadinha, dá tapa na cara dele”, diz um dos agressores e Daniel acata as ordens debaixo de mais porrada. E a barbaridade não para por aí. Daniel é obrigado a ficar de costas e abaixar a bermuda, momento em que lava quatro tapas nas nádegas. “Tira a roupa, vai, descarada”, afirma um dos agressores.

Sofrendo mais agressões físicas, Carlos Alberto introduz a língua no ânus de Daniel, que também apanha. E é chegada a vez de Daniel fazer o inverso. Nessa hora, os agressores, em tom de deboche, cantam em coro um trecho de “Malandramente”, funk de MC Nandinho: “Ah, safada, na hora de levar madeirada…”.

Com informações do Correio 24 Horas

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