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Pai de santo nomeado por Crivella diz querer se converter e ser bispo

Pai Uzêda será assessor da coordenadoria de Diversidade Religiosa da Secretaria municipal de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

Postado em 30/05/2018 13:56 - Atualizado em: 30/05/2018 14:16
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pai de santo Roberval Batista Uzêda, 53 anos, que foi nomeado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, para ser assessor da coordenadoria de Diversidade Religiosa da Secretaria municipal de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, afirmou nessa terça-feira (29) que irá se converter à religião evangélica.

Em entrevista ao jornal Extra, Roberval afirmou que irá aposentar as guias do candomblé, as folhas de louro, charutos entre outros apetrechos que sempre marcaram suas apresentações públicas. “Quero ser chamado de “Irmão Uzêda. E quem sabe no futuro, Bispo Uzêda. Quero estudar a fundo os ensinamentos de Cristo”, revelou Roberval.

O religioso contou que a vontade de mudar de religião surgiu após ele ter se encontrado com o presidente Michel Temer. Na ocasião, no fim do ano passado, Roberval chegou a benzer Temer.

O pai de santo passou a frequentar a filial da igreja pentecostal Anabatista, na Barra da Tijuca e afirma: “Os espíritas não são unidos. Eu estava me sentindo infeliz. Mas em toda a minha vida, nunca tive uma opção. Sou filho de uma mãe de santo, conhecida como Mãe Luiza de Salvador. Ela me teve em pleno terreiro de Mãe Menininha do Gantois. Sempre estive emocionalmente ligado ao candomblé. Agora como evangélico quero chegar à felicidade plena”, disse Uzêda.

A mãe de Pai Uzêda não ficou muito contente com a decisão do filho. A intenção de Roberval é agora transformar o terreiro baiano de Mãe Luiza em uma igreja evangélica e se possível converter os 3,5 mil seguidores dela.

Ainda em entrevista ao Extra, Uzêda comentou sobre o seu trabalho na prefeitura. “Crivella conhece meu trabalho. Ajudou muito as crianças. Por isso, sou conhecido como o Papai Noel e o Coelhinho da Páscoa da Muzema. E nos últimos anos, sempre pedi a empresários que ajudassem a comunidade. Mas nunca pedi dinheiro. Só cestas básicas. Eu conheço os pobres. Na abordagem aos moradores de rua, vou poder conversar diretamente com eles, olho no olho, e saber se são sinceras. Muita gente que diz que não tem onde morar na verdade tem casa fora do Rio. Quero ajudar o prefeito a cuidar das pessoas”, disse Uzêda.

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