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Postado em 26/02/2016 12:21

Greve geral de policiais? PM e Polícia Civil farão operação padrão e paralisação

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Na tarde de ontem, no auditório da Afpeb (Rua Carlos Gomes), ocorreu reunião do Departamento de Segurança Pública da Fetrab, reunindo, além de muitas entidades da Polícia Militar, representação do Sindpoc (Polícia Civil) e Asbac (Peritos Criminais), além de policiais ativos e aposentados, dessas categorias. A pauta em discussão foi a campanha salarial 2016 e as conjunturas econômica e política na atualidade. Como deliberação, ficou definida uma maior intensificação na mobilização das categorias, quando cada entidade presente levará para seus associados a necessidade de enfrentamento à possibilidade de reajuste zero neste ano.

Dessa forma, as entidades de representação da PM levarão para as tropas a definição de se fazer operação padrão do dia 10 de março a 21, concluindo com uma nova plenária do movimento unificado no dia 21. A Polícia Civil, também incorporada na operação padrão, faz paralisação nos dias 10 e 11; 17 e 18. Já os peritos criminais, farão assembleia para se integrar ao calendário de mobilização.

No dia 21, todos na plenária, que reunirá, além da segurança, as outras áreas do funcionalismo.

Solicitação de audiência como governador / Cumprindo as deliberações da plenária do último dia 18 de fevereiro, a Fetrab e Afpeb, representando as demais entidades do funcionalismo estadual, oficiaram o protocolo da Governadoria, ultimando o Governador a receber a categoria em audiência. Os dirigentes da Fetrab Marinalva Nunes e Jorge Washington foram à sede do Governo no Cab, onde entregaram o documento de solicitação, com cópia à Secretaria de Relações Institucionais, titular do Sistema Estadual de Negociação permanente (SENP).

No documento, os sindicalistas expõem as perdas sofridas pela categoria desde 1994, com a implantação do Plano Real (na ordem de 28,41% para auxiliares e pessoal de nível superior e 58,44% para técnicos, segundo o INPC/IBGE (2015)), calculado pelo Dieese. E sobre sua acentuação a partir de 2013, quando o governo passou a adotar a estratégia de parcelar o reajuste anual concedido, acumulando 18,17%, somando-se a inflação (IPCA/IBGE) do ano passado. Também indicam que a categoria não aceita a situação de não se ter reajuste, conforme especulam alguns articulistas da mídia baiana. Além disso, foram ratificadas as reivindicações da pauta entregue em 6 de novembro do ano passado.

Tribunal de Justiça / Também foi produzido um documento com teor semelhante foi entre à presidência do Tribunal de Justiça da Bahia, que apesar de ser um Poder autônomo, tradicionalmente, concede o mesmo índice praticado pelo governado para o pessoal do Executivo.

 

Fontes:TVSERVIDOR

 

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