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Estudantes protestam contra fechamento de escola em Águas Claras

Postado em 24/11/2017 3:10 - Atualizado em: 24/11/2017 3:10
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Os 526 alunos da Escola Estadual Clarita Mariani, localizada no bairro de Águas Claras, em Salvador, não poderão estudar na unidade a partir de 2018. A escola será fechada e já cancelou as matrículas para o próximo ano letivo. Os alunos fizeram uma manifestação no fim da tarde desta quinta-feira (23) cobrando esclarecimentos do órgão público.

Ao BNews, alunos informaram que o centro educacional está sendo fechado, pois passará a administração para a prefeitura de Salvador. Em nota, a Secretaria de Educação do Estado confirmou o fechamento, mas ao ser questionada sobre o motivo do encerramento das atividades, não se pronunciou.

A pasta apenas informou que “os estudantes possuem vagas disponíveis nos Colégios Estaduais Renan Baleeiro, Luiz Fernando Macedo Costa, Ana Bernardes, Santa Rita de Cássia e Batista Neves”. Segundo a secretaria, estas unidades escolares possuem “melhor infraestrutura da rede física para receber os alunos no ano letivo de 2018”.

Desde 2013, a escola Clarita Mariani vem sofrendo com uma estrutura precária. Ventiladores quebrados, fiação exposta, cadeiras quebradas. Ainda na nota, a secretaria informa que “A decisão da reestruturação da rede é resultado de um estudo minucioso da capacidade de atendimento das escolas públicas, tendo como prioridade otimizar a oferta e garantir o direito de aprender de todos os estudantes”.

Leia a nota da secretaria na íntegra:

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia informa que a Escola Clarita Mariani, localizada no bairro de Águas Claras, em Salvador, vai continuar funcionando normalmente até o final do ano letivo de 2017, atendendo a 526 estudantes do Ensino Fundamental e Tempo Juvenil. Para o ano de 2018, os estudantes possuem vagas disponíveis nos Colégios Estaduais Renan Baleeiro, Luiz Fernando Macedo Costa, Ana Bernardes, Santa Rita de Cássia e Batista Neves que dispõem de vagas e possuem melhor infraestrutura da rede física para receber os alunos no ano letivo de 2018. A decisão da reestruturação da rede é resultado de um estudo minucioso da capacidade de atendimento das escolas públicas, tendo como prioridade otimizar a oferta e garantir o direito de aprender de todos os estudantes.

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